Aproveitando a curiosidade: nossas leituras favoritas

Nossas peças de pesquisa mais divertidas para alimentar sua mente curiosa.
Aproveitando a curiosidade: nossas leituras favoritas
Aproveitando a curiosidade: nossas leituras favoritas

Se há uma coisa que meu filho me ensinou (além de muita paciência), é que ser curioso – sobre TUDO — é uma coisa boa.

Onde o sol vai dormir à noite, mamãe?

Seu umbigo estourou quando eu saí? Isso doeu?

Por que é mesmo uma palavra se é ruim e eu não posso dizer isso?

Como alcançamos o céu quando morremos?

Eu também era uma criança curiosa. Minha mãe me disse que eu estava cheio de perguntas. Mas em algum lugar entre a adolescência e a idade adulta, comecei a tomar as coisas como garantidas, e meu senso de admiração escapou de mim.

Olhando para trás, percebo que fiquei impaciente. Comecei a valorizar as respostas mais do que as perguntas. Todas as enciclopédias e respostas para Diga-me por quê coletou poeira na minha casa de infância até anos depois, quando meu próprio filho nasceu e minha sede de conhecimento foi renovada. Quando eu estava procurando “maneiras rápidas de acalmar um bebê” Eu também estava tentando entender por que meu bebê estava chorando em primeiro lugar. Quando meu pediatra me pediu para evitar açúcar até ele completar um ano, fiquei curioso sobre os efeitos que o açúcar tem em nossos corpos.

Certa noite, depois de colocá-lo na cama, corri para o escritório para entregar uma mensagem importante ao meu marido. Nos poucos segundos que levou para caminhar pelo corredor, esqueci o que queria dizer a ele.

Como eu poderia esquecer algo tão importante? Há algo de errado comigo?

Eu não conseguia deixar passar.

Eu pesquisei no Google “Por que eu esqueci o que eu tinha a dizer” e descobri um estudo que diz que andar pelas portas nos faz esquecer as coisas. É conhecido como Efeito Doorway. Acontece que passar por uma porta cria um bloqueio mental em nosso cérebro e redefine nossa memória para dar espaço para qualquer episódio que esteja prestes a acontecer a seguir.

A curiosidade, aprendi, é uma ótima característica para se ter (e aprimorar). Pesquisa mostra que está associado a níveis mais altos de sentimentos positivos, níveis mais baixos de ansiedade e maior bem-estar psicológico. Quando encontramos algo novo, nosso cérebro libera dopamina e outros produtos químicos para se sentir bem, nos deixando mais felizes. A curiosidade também nos ajuda a ser mais empáticos e pode fortalecer nossos relacionamentos.

Com tantos benefícios, é um roubo!

Felizmente, eu consigo explorar vários tipos de pesquisa para o trabalho que faço, e isso alimenta minha mente curiosa. Recentemente eu aprendi por que nosso cérebro se debruça sobre tarefas inacabadas e que existe uma coisa como positividade tóxica. Também li pesquisas estranhas sobre como imagens de staring at cute cat pode aumentar nosso foco de atenção.

Curioso para saber mais? Leia essas peças divertidas agora!

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Gosta do que você vê? Este artigo foi adaptado de nosso boletim informativo semanal.


  • Vasundhara Sawhney is a senior editor at Harvard Business Review.
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